Persistência do Canal Arterial


Com problemas simples, o bebê pode indicar que tem um problema fatal. A Persistência do Canal Arterial (PCA) é uma doença congênita que surge desde o nascimento e pode matar se não tratada a tempo. Acontece porque o canal que separa a circulação do coração para os pulmões da circulação do coração para o corpo não se fecha depois do nascimento.




Sintomas

Logo após o nascimento, é possível reconhecer:

• Cansaço fácil, notado principalmente durante a amamentação

• Infecções respiratórias constantes

Com a evolução da doença:

• Insuficiência cardíaca - o coração perde a força

• Hipertensão pulmonar - doença fatal, sem cura


Tratamento

Antes, em Brasília, a correção da persistência do canal arterial só era feita com cirurgia. A partir do dia 10 de setembro, o tratamento pode também se dar com o cateterismo. Veja como funciona:

É feita a anestesia geral na criança e o catéter é colocado.
O catéter alcança o coração e chega até o canal defeituoso.
As pressões nas artérias aorta e pulmonar são avaliadas. Se a pressão na aorta estiver maior, o procedimento continua. A diferença de pressões é um bom sinal.
Se o canal tem diâmetro em torno de 3 mm, é colocado um tampão chamado "coil".
Se o diâmetro é maior que 3 mm, o especialista usa a "umbrella" para bloquear a mistura sangüínea.
Terminado o procedimento, o sangue que costumava passar pelo canal coagula e contribui para a obstrução definitiva da passagem fatal.

Diferenças entre as Técnicas






Números

1 em cada 2 mil crianças nasce com o defeito

1 em cada 100 bebês prematuros pode ter o problema

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